Sindicato dos Trabalhaores nas Indústrias Plásticas Descartáveis e Flexíveis, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região

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Negociação dos químicos e farmacêuticos evolui apenas nas questões sociais

31 Outubro, 2007

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A negociação coletiva entre trabalhadores e patrões dos setores químicos e farmacêuticos de Criciúma e região teve nova rodada, a segunda, nesta quarta-feira. “Tivemos avanços nas cláusulas sociais, mas nas questões financeiras a proposta patronal ficou aquém do que os trabalhadores esperam”, definiu o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região, Carlos de Cordes, o Dé.

Entre as novas conquistas que os trabalhadores químicos e farmacêuticos terão a partir da negociação coletiva, conforme Carlos de Cordes, está a garantia que pais e mães trabalhadores que precisem levar filhos para consultas médicas serão liberados, sem desconto do dia ou horas não trabalhados. Além disso, as demissões de trabalhadores com mais de três meses de contrato deverão ser homologadas no sindicato profissional. Até agora, apenas quem tinha mais de seis meses de empresa tem a assistência do sindicato no momento da demissão.

Na discussão econômica, os patrões começaram a negociação, na segunda-feira, oferecendo 90% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), não repondo sequer o poder de compra desgastado no período pela inflação, que deve ser de 4,7%, aproximadamente. Na primeira rodada as empresas ampliaram a oferta para 100% do INPC, sem admitir ganho real. No encontro desta quarta-feira, a oferta foi de 5%.

“É muito pouco, a classe trabalhadora espera ganho real efetivo e isso ficou definido em assembléia geral, mas como é essa a posição do sindicato patronal, estamos convocando novas assembléias para os dias 7, 8 e 9 novembro, para que a categoria tome uma posição”, informou Dé.
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