25 Maio, 2015
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A greve dos trabalhadores nas indústrias plásticas deve se ampliar além das três indústrias e 1,2 mil trabalhadores que paralisaram suas atividades nesta segunda-feira (25). “Estivemos muito próximos de um acordo em rodada de negociação no final da tarde desta segunda-feira”, disse Carlos de Cordes, o Dé, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região.
A declaração de Dé foi dada após rodada de negociação com o presidente do sindicato da Indústria de plástica descartável, Anselmo Freitas, nesta segunda-feira (25), que aproximou as partes. Os patrões, tanto do ramo descartável quanto do flexível, chegaram a um reajuste de 9,42%, para inflação de 8,42%, índice reprovado pelas oito assembleias da categoria realizadas na semana passada.
O ramo de flexíveis não retomou negociações e três empresas foram paralisadas, todas de embalagens plásticas: Canguru e CCS (Criciúma) e Cristal (Morro da Fumaça).
“A categoria está mobilizada e a paralisação se deu ao natural; bastou comunicarmos em cada fábrica que a classe patronal não havia melhorado a oferta de acordo e os trabalhadores retornaram às suas casas. Este movimento vai crescer se a situação se manter no setor de flexíveis e avançará para a indústria de descartáveis se não chegarmos ao consenso”, conclui Dé.
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