22 Outubro, 2014
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Apenas 1,1% de aumento real. Esta foi a primeira proposta patronal da indústria química e farmacêutica de Criciúma e região para o acordo coletivo dos mais de dois mil trabalhadores do setor, que têm data base em 1º de novembro. A rodada de negociação se deu nesta quarta-feira (22) na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região.
“Rechaçamos de imediato esta proposta e ponderamos da importância de esperarmos a divulgação oficial do INPC de outubro para então voltarmos a debater o aspecto econômico da negociação e, enquanto isto, vamos discutindo outras questões, como as cláusulas sociais e as que dizem respeito a saúde e segurança do trabalhador”, explica Joel Bittencourt, o vice-presidente do sindicato profissional.
Conforme Bittencourt, os representantes do sindicato patronal apresentaram o índice de 1,1% com base em acordos firmados em São Paulo. “Só que não levam em consideração outros aspectos como valor do piso e outras cláusulas sociais da convenção coletiva firmada naquele estado”. Os patrões voltam a se reunir no Sinquisul na próxima terça-feira e em seguida marcam nova rodada de negociações, concluiu Joel.