Sindicato dos Trabalhaores nas Ind�strias Pl�sticas Descart�veis e Flex�veis, Qu�micas e Farmac�uticas de Crici�ma e Regi�o

Crici�ma, 13 de Abril de 2024

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Representantes do movimento sindical catarinense emitem nota em Cricima

17 Setembro, 2018

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Clique para ver a galeria de fotos Representantes do movimento sindical catarinense reunidos nesta segunda-feira (17) no Auditrio Milton Mendes de Oliveira, do Sindicato dos Trabalhadores nas Indstrias Plsticas, Qumicas e Farmacuticas de Cricima e Regio, debateram o impasse nas negociaes dos trabalhadores em Cricima e outras regies do Estado.

Em conjunto, elaboraram nota oficial, criticando a posio patronal que resulta em enfrentamento histrico e jamais visto na regio, com homens armados fazendo segurana privada em empresas.

Manifesto de Cricima, a voz de 500 mil trabalhadores catarinense
Os representantes de mais de 500 mil trabalhadores catarinenses reunidos em Cricima nesta segunda-feira (17/9/2018) tornam pblica sua preocupao com os encaminhamentos dados pela classe patronal regional sul, legitimando um engodo que vem sendo aplicado pelos sindicatos das indstrias plsticas na negociao coletiva do setor.

Se arvorando em "crena na negociao coletiva" tentam iludir a comunidade regional que so os trabalhadores responsveis por um dos mais graves momentos da relao capital e trabalho da regio nas ltimas dcadas. Agridem, ofendem, agem de forma irresponsvel e utilizam estes adjetivos para tentar atingir, justamente, os trabalhadores.

Defendendo intransigentemente e querendo obrigar a classe trabalhadora a digerir a "Reforma Trabalhista" como se fosse "Lei de Modernizao Trabalhista", os patres se armam, literalmente, com seguranas particulares que sacam armas de fogo contra operrios e, ainda, tm a fora policial, expressamente, da Polcia Militar, para constranger e acuar trabalhadores.

Responsabilidade e disposio para negociar fazem parte da prtica dos trabalhadores catarinenses signatrios deste documento, que construram uma relao de respeito e confiana com a classe patronal em todos os segmentos.

Os patres, publicamente, defendem a "volta razo e a normalidade do processo negocial". Os trabalhadores concordam, esperam que os sindicatos patronais faam isso e usem este tradicional espao de debates entre trabalho e capital para tomar decises e no, apenas, para postergar acordos.

A "Modernizao Trabalhista" que os patres colocam mesa de negociaes a maior afronta aos direitos dos trabalhadores desde a implantao da Consolidao das Leis do Trabalho e das relaes trabalhistas ps-escravido. No vamos nos curvar a tentativa de se retomar a lei da chibata e do chicote.

A luta da classe trabalhadora feita de desafios e este mais um que vamos superar, como tantos outros. O trabalhador do Sculo XXI, por mais acuado, reprimido e explorado, est mostrando que no aceita mais a injustia social e repudia a ganncia e a busca desenfreada pelo lucro, que vem sendo demonstrada pela classe patronal.

Nossa fora continua sendo a unio e a mobilizao da classe trabalhadora.

Assinam a nota as seguintes entidades:

- Federao dos Trabalhadores nas Indstrias do Estado de Santa Catarina (Fetiesc)
- Confederao Nacional dos Trabalhadores do Ramo Qumico (CNTQ);
- Federao dos Mineiros do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paran (Fetiec);
-Federao dos Aposentados e Pensionistas do Estado de Santa Catarina (Feapesc);
- Unio Geral de Trabalhadores (UGT);
- Centra dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) ;
- Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST);
- Sindicato dos Trabalhadores nas Indstrias Plsticas, Qumicas e Farmacuticas de Cricima e Regio;
- Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Sade de Cricima e Regio; (Sindisaude);
- Sindicato dos Servidores Pblicos Municipais de Iara e Balnerio Rinco (Sindserpi);
- Sindicato dos Trabalhadores Ceramistas, do Fibrocimento e da Construo Civil de Cricima e Regio;
- Sindicato dos Servidores Pblicos Municipais de Cricima e Regio (Siserp/CRR/CUT);
- Sindicato dos Bancrios e Financirios de Cricima e Regio;
- Sindicato dos Empregados no Comrcio de Cricima e Regio;
- Sindicato dos Metalrgicos de Cricima e Regio;
- Sindicato dos Empregados no Comrcio de Derivados de Petrleo e Borracharias de Cricima e Regio;
- Sindicato dos Trabalhadores em Sindicatos de Santa Catarina (Sindes);
- Sindicato dos Vigilantes e Transportadores de Valores de Cricima e Regio (Sinvac);
- Sindicato dos Trabalhadores na Indstria de Alimentao de Cricima e Regio (Sintiacr);

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