Sindicato dos Trabalhaores nas Indústrias Plásticas Descartáveis e Flexíveis, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região

Criciúma, 09 de Agosto de 2022

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Representantes do movimento sindical catarinense emitem nota em Criciúma

17 Setembro, 2018

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Clique para ver a galeria de fotos Representantes do movimento sindical catarinense reunidos nesta segunda-feira (17) no Auditório Milton Mendes de Oliveira, do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região, debateram o impasse nas negociações dos trabalhadores em Criciúma e outras regiões do Estado.

Em conjunto, elaboraram nota oficial, criticando a posição patronal que resulta em enfrentamento histórico e jamais visto na região, com homens armados fazendo segurança privada em empresas.

Manifesto de Criciúma, a voz de 500 mil trabalhadores catarinense
Os representantes de mais de 500 mil trabalhadores catarinenses reunidos em Criciúma nesta segunda-feira (17/9/2018) tornam pública sua preocupação com os encaminhamentos dados pela classe patronal regional sul, legitimando um engodo que vem sendo aplicado pelos sindicatos das indústrias plásticas na negociação coletiva do setor.

Se arvorando em "crença na negociação coletiva" tentam iludir a comunidade regional que são os trabalhadores responsáveis por um dos mais graves momentos da relação capital e trabalho da região nas últimas décadas. Agridem, ofendem, agem de forma irresponsável e utilizam estes adjetivos para tentar atingir, justamente, os trabalhadores.

Defendendo intransigentemente e querendo obrigar a classe trabalhadora a digerir a "Reforma Trabalhista" como se fosse "Lei de Modernização Trabalhista", os patrões se armam, literalmente, com seguranças particulares que sacam armas de fogo contra operários e, ainda, têm a força policial, expressamente, da Polícia Militar, para constranger e acuar trabalhadores.

Responsabilidade e disposição para negociar fazem parte da prática dos trabalhadores catarinenses signatários deste documento, que construíram uma relação de respeito e confiança com a classe patronal em todos os segmentos.

Os patrões, publicamente, defendem a "volta à razão e a normalidade do processo negocial". Os trabalhadores concordam, esperam que os sindicatos patronais façam isso e usem este tradicional espaço de debates entre trabalho e capital para tomar decisões e não, apenas, para postergar acordos.

A "Modernização Trabalhista" que os patrões colocam à mesa de negociações é a maior afronta aos direitos dos trabalhadores desde a implantação da Consolidação das Leis do Trabalho e das relações trabalhistas pós-escravidão. Não vamos nos curvar a tentativa de se retomar a lei da chibata e do chicote.

A luta da classe trabalhadora é feita de desafios e este é mais um que vamos superar, como tantos outros. O trabalhador do Século XXI, por mais acuado, reprimido e explorado, está mostrando que não aceita mais a injustiça social e repudia a ganância e a busca desenfreada pelo lucro, que vem sendo demonstrada pela classe patronal.

Nossa força continua sendo a união e a mobilização da classe trabalhadora.

Assinam a nota as seguintes entidades:

- Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fetiesc)
- Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Químico (CNTQ);
- Federação dos Mineiros do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná (Fetiec);
-Federação dos Aposentados e Pensionistas do Estado de Santa Catarina (Feapesc);
- União Geral de Trabalhadores (UGT);
- Centra dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) ;
- Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST);
- Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região;
- Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região; (Sindisaude);
- Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Içara e Balneário Rincão (Sindserpi);
- Sindicato dos Trabalhadores Ceramistas, do Fibrocimento e da Construção Civil de Criciúma e Região;
- Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Criciúma e Região (Siserp/CRR/CUT);
- Sindicato dos Bancários e Financiários de Criciúma e Região;
- Sindicato dos Empregados no Comércio de Criciúma e Região;
- Sindicato dos Metalúrgicos de Criciúma e Região;
- Sindicato dos Empregados no Comércio de Derivados de Petróleo e Borracharias de Criciúma e Região;
- Sindicato dos Trabalhadores em Sindicatos de Santa Catarina (Sindes);
- Sindicato dos Vigilantes e Transportadores de Valores de Criciúma e Região (Sinvac);
- Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação de Criciúma e Região (Sintiacr);

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