Sindicato dos Trabalhaores nas Indústrias Plásticas Descartáveis e Flexíveis, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região

Criciúma, 27 de Setembro de 2022

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Diretoria emite Nota Oficial sobre episódio em empresa de Içara

24 Julho, 2018

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Nota de Repúdio à Mentira!

A presente nota tem o objetivo de restabelecer a realidade de fatos e mostrar, mais uma vez, que os dirigentes dos sindicatos patronais das indústrias plásticas estão mais preocupados em desmobilizar e enganar a classe trabalhadora e denegrir a diretoria do nosso sindicato, do que com o futuro e o bem estar dos seus empregados.

É fundamental registrar que, desde o início do mês a diretoria do Sindicato vem cumprindo seu papel de representante dos mais de 8 mil trabalhadores das empresas das indústrias plásticas de Criciúma e região, informando como está a campanha salarial da categoria.

Nas principais empresas do segmento foi realizado o mesmo trabalho de repassar informações e esclarecimentos aos trabalhadores, com entrega de panfletos e carro de som, a mais elementar e característica ação do movimento sindical mundial, que remonta há mais de um século. Em nenhuma destas empresas se registraram quaisquer incidentes.

No último dia 19, no entanto, na mesma empresa de Içara, onde outros incidentes de prática antissindical e assédio moral a dirigentes sindicais já foram registrados (e são alvo de investigação do Ministério Público do Trabalho), uma ação visivelmente preparada, gerou uma situação desconfortável aos trabalhadores.

No secular trabalho de panfletagem, apenas o motorista de uma Van – como reconhece a nota publicada pelos patrões nos jornais – se recusou a parar o veículo para que os trabalhadores recebessem o material informativo. A ação, causou uma natural reação dos dirigentes sindicais.

O motorista da Van, tão destemperado quanto quem lhe contratou, desacatou os dirigentes sindicais, demonstrando clara orientação para provocar o contato físico, para se tornar vítima de agressão, o que – efetivamente – não aconteceu.

Não houve, portanto, “conduta violenta”, como alegam os sindicatos patronais, que agem desta forma violentando conquistas históricas da categoria, como o pagamento de abono de férias e aumento real de salários, entre outras.

Irresponsáveis têm sido os sindicatos patronais, que não participam das mesas de negociações, e que desde o dia 25 de junho não dão resposta a proposta do sindicato dos trabalhadores, para renovação da convenção coletiva da categoria: abono de R$ 1 mil, reajuste salarial de 3,5% e manutenção das demais cláusulas da convenção encerrada em 31 de março passado.

Covarde e desnecessária é a classe patronal, que não valoriza seus empregados, que tenta desmobilizar a classe trabalhadora e usa metáforas e mentiras para tentar denegrir o legítimo sindicato da categoria.
A resistência, a organização e a mobilização da categoria continua sendo nossa legítima luta em defesa da classe trabalhadora.

Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região

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