Sindicato dos Trabalhaores nas Indústrias Plásticas Descartáveis e Flexíveis, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região

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Mais de 1,2 mil trabalhadores fazem protesto em São Ludgero

06 Abril, 2011

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Mais de 1,2 mil trabalhadores de três indústrias plásticas de São Ludgero (Incoplast, Copobras I e Copobras II), paralisaram a produção por uma hora, entre 22 e 23 horas dessa terça-feira, em sinal de protesto pela intransigência das diretorias das empresas em relação ao horário de trabalho do terceiro turno. A jornada semanal inicia no domingo, às 22 horas, com o que não concordam os trabalhadores.
“Estamos tentando uma solução desde o ano passado, nos reunimos com as diretorias das empresas várias vezes e em fevereiro os patrões fecharam as portas para o debate, dando a discussão por encerrada”, explica o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região, Carlos de Cordes, o Dé. Conforme ele, na abertura da campanha salarial deste ano, em assembleia para elaboração do rol de reivindicações, também em fevereiro, o assunto voltou à tona.
“Os resultados da carga excessiva de jornada é o crescimento do índice de acidentes de trabalho, de surgimento de doenças profissionais e, sobretudo, compromete a vida social dos trabalhadores; a atual jornada elimina o domingo como dia de lazer com a família dos companheiros do terceiro turno”, explicou Dé. Na região, uma dezenas de indústrias já adotaram jornada de 35 horas semanais para o terceiro turno, em acordo coletivo proposto pela diretoria do sindicato profissional.
“A jornada nessas indústrias inicia na segunda-feira às 22 horas e termina na manhã de sábado e é essa a reivindicação dos companheiros das três empresas”, enfatiza o líder sindical. Na terça-feira, em assembleia, os trabalhadores, acrescenta Dé, decidiram pela paralisação de uma hora na produção. “Foi um aviso aos patrões; a adesão foi de 100% do terceiro turno; às 23 horas a produção foi retomada, mas a categoria está mobilizada e decidida a paralisar por tempo indeterminado, caso a reivindicação não seja acatada”, ressalta de Cordes.
A situação foi oficialmente notificada nesta quarta-feira pelo sindicato dos trabalhadores à direção das empresas. “Esperamos que as negociações sejam reabertas”, conclui Carlos de Cordes. Clique para ver a galeria de fotos

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