28 Junho, 2010
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Com 98,55% dos 1.358 votos válidos, em 1.378 totais, os trabalhadores das indústrias plásticas, químicas e farmacêuticas de Criciúma e região renovaram o mandato da atual diretoria do sindicato da categoria. A votação concluída na noite da última sexta-feira e, em seguida apurada, "amplia nossa responsabilidade e, sobretudo, nos dá entusiasmo para continuar o trabalho de representação que estamos desenvolvendo, com majoritária aprovação da categoria", avalia o presidente reeleito Carlos de Cordes, o Dé. A posse para o novo mandato de cinco anos se dará no dia três de setembro.
"O fato de não haver disputa, a eleição contar com apenas uma chapa, naturalmente, não empolga e nem cria polêmica na categoria, mas de outro lado, mostra que a atual diretoria fez um trabalho a contento dos companheiros a ponto de não haver oposição", analisa Carlos de Cordes. Dé explica que a categoria tem cerca de dois mil associados e para que a maior parte pudesse votar foi montado um sistema com uma urna fixa, na sede do sindicato, e outras 11 itinerantes.
"Somente em uma das indústrias do setor plástico onde estão cerca de 300 associados, mais de 70 estavam em férias ou afastados por doenças ou motivos particulares e, dessa forma, a quantidade de votos superou todas as expectativas", enfatizou. O presidente da Federação dos Trabalhadores na Indústria de Santa Catarina (Fetiesc), Idemar Antônio Martini, acompanhou todo o processo e considerou a campanha como "altamente democrática, transparente e, principalmente, participativa; a diretoria tem seu mandato renovado com toda confiança e apoio da categoria".
Representantes de sindicatos de outras regiões do Estado também estiveram presente e avalizaram o processo. "Foi possível constatar que o sindicato tem a confiança e apoio dos trabalhadores", disse Gildo Alves, presidente do Sindicato do Vestuário de Jaraguá do Sul, um dos maiores da indústria catarinense. "Nossos compromissos com a categoria estão renovados e assegurados, vamos trabalhar por melhores salários e condições nos locais de trabalho", diz Dé.
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