Sindicato dos Trabalhaores nas Indústrias Plásticas Descartáveis e Flexíveis, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região

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Patrões avançam muito pouco na negociação dos químicos

19 Novembro, 2007

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Trabalhadores e patrões da indústria química de Criciúma e região tiveram mais uma rodada de negociação visando o acordo coletivo da categoria, na sede da Associação Empresarial de Criciúma (Acic) mas, o encontro não foi definitivo.

A primeira parte da reunião de hoje serviu para o presidente do sindicato profissional, Carlos de Cordes, o Dé, informar que a assembléia geral da categoria deliberou por rejeitar a proposta patronal de 5% de reajuste nos salários. O INPC do período é de 4,78%.

O presidente do sindicato das indústrias, Albertino Colombo, apresentou uma nova proposta: o INPC do período, mais 1% de aumento real, totalizando 5,78% e 6% ao piso da categoria, que hoje é de R$ 455,00.

A proposição também não convenceu os representantes dos trabalhadores, que fizeram contra-proposta: 7% de reajuste para todos os salários e 9% ao piso salarial. Colombo ficou de consultar outras empresas e dar retorno até o final desta terça-feira.
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