Sindicato dos Trabalhaores nas Indústrias Plásticas Descartáveis e Flexíveis, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região

Criciúma, 01 de Agosto de 2026

Página inicial

NOTÍCIAS

Representantes de 500 mil trabalhadores catarinenses se reúnem em Criciúma

14 Setembro, 2018

Alterar o tamanho da letra: A- A+

Representantes de cerca de 500 mil trabalhadores catarinenses estarão em Criciúma na próxima segunda-feira(17), para avaliar e definir encaminhamentos em relação ao enfrentamento truculento criado pelos sindicatos patronais das indústrias plásticas da região sul, na campanha salarial dos trabalhadores do setor.

A informação é do presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região, Carlos de Cordes, o Dé, também vice-presidente da Federação dos Trabalhadores na Indústria do Estado de Santa Catarina (Fetiesc), com apoio do movimento sindical sul e centrais sindicais.

"A situação em Criciúma e região, com empresas contratando seguranças armados e recebendo apoio explicito da Polícia Militar para coibir e impedir o exercício constitucional do movimento sindical e, ao mesmo tempo, acuar a classe trabalhadora, se tornou preocupação estadual e vai resultar em uma tomada de posição conjunta", acrescenta Carlos de Cordes.

Segundo ele, a Fetiesc está mobilizando dirigentes dos 45 sindicatos filiados, que representam mais de 300 mil trabalhadores. A Federação dos Mineiros do Carvão do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná aderiu a mobilização. Na região sul, o movimento sindical hipotecou apoio à luta dos trabalhadores das indústrias plásticas e as centrais sindicais com representação no estado enviarão representação de seus sindicatos filiados.

"Os sindicatos patronais decidiram fazer um enfrentamento inaceitável, pressionando e acuando os trabalhadores, até horários de entrada e saídas de turnos foram alterados e não são poucas as empresas que estão mantendo seguranças, alguns armados, para impedir a atuação sindical, condutas antissindicais jamais vistas, e que podem ter desdobramentos inimagináveis", afirmou Dé.

O dirigente sindical salienta que desde o início da campanha salarial a diretoria do Sindicato tem estado aberto ao diálogo e à negociação, mas os sindicatos patronais insistem em incluir na convenção coletiva, na íntegra, a reforma trabalhista, eliminando conquistas históricas, retirando direitos, sem melhorar as condições salariais da categoria. "É contra isto que estamos lutando, de forma democrática, ordeira e enfrentando uma classe patronal determinada a provocar um enfrentamento que não leva a nada", finaliza de Cordes. Clique aqui para ampliar

Mais notícias...
21 Novembro, 2012
Dé debate sindicalismo com estudantes do Cedup
13 Novembro, 2012
Patrões químicos melhoraram proposta, mas não convencem
07 Novembro, 2012
Joel representa químicos em conferência mundial na Suécia
06 Novembro, 2012
Químicos: negociações começam, mas patrões não falam em aumento real
17 Outubro, 2012
Intercâmbio reune sindicalistas criciumenses e argentinos
28 Setembro, 2012
Químicos querem 7% de aumento real
16 Agosto, 2012
Fórum de Saúde quer nova mobilização contra demora de perícias do INSS
16 Julho, 2012
Cerest: Márcio Búrigo assume compromisso com trabalhadores
Anterior 24  25  26 27 28  29  Próximo