Sindicato dos Trabalhaores nas Indústrias Plásticas Descartáveis e Flexíveis, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região

Criciúma, 27 de Abril de 2026

Página inicial

NOTÍCIAS

Reforma deixa trabalhadores sem assistência jurídica

28 Novembro, 2017

Alterar o tamanho da letra: A- A+

O Ministério do Trabalho não mais realiza homologações de rescisões de contratos de trabalho, mesmo que o trabalhador demitido, ou que se demitiu, não tenha sindicato que o represente na região.
A nova ordem, em vigor desde 11 de novembro quando entrou em vigor a “reforma trabalhista”, preocupa não apenas os técnicos do órgão federal, mas especialmente o superintende regional do Ministério do Trabalho em Santa Catarina, Cley Capistrano Maia de Lima, que se reuniu na tarde desta terça-feira (28) com representantes do movimento sindical regional sul.
Até que entrasse em vigor a “reforma trabalhista”, o Ministério do Trabalho era responsável para homologar as rescisões de contratos de trabalho de categorias sem representação em sua região de atuação. Com a nova legislação, este ato de rompimento de relações entre capital e trabalho sequer precisa ser feito no sindicato da categoria do trabalhador, a não ser que esta determinação esteja expressa na convenção coletiva do segmento produtivo.
“Foi para este motivo que o superintendente Cley Capistrano veio à região, demonstrando preocupação com as categorias sem representação na região e destacando a importância desta cláusula tradicional nas convenções antes da reforma trabalhista, que agora está ameaçada”, explica o presidente do Sindicato dos Químicos de Criciúma e Região, Carlos de Cordes, o Dé. “A gerente regional do Ministério, Cássia Gava, já registrou o aumento na quantidade de trabalhadores procurando o órgão após a reforma trabalhista”, acrescenta de Cordes.
Conforme os técnicos do Ministério do Trabalho em Criciúma, que começam a atender ao público às 13 horas, pela manhã, a partir das 9h já começa a se formar filas de trabalhadores e a cada dia são atendidas, em virtude do reduzido quadro de pessoal, apenas, 20 pessoas, que não supre a demanda.
A preocupação de Cássia é que a procura está aumentando com o passar das semanas após a reforma trabalhista. Carlos de Cordes finaliza afirmando que “este é apenas mais um efeito da reforma trabalhista, o cenário futuro é preocupante”. Clique para ver a galeria de fotos

Mais notícias...
25 Maio, 2011
Direito previdenciário é tema de palestra
02 Maio, 2011
Plásticos de Criciúma e região têm reajuste de 10%
26 Abril, 2011
Estado de greve nas indústrias de plásticos descartáveis
18 Abril, 2011
Edital de convocação da Categoria plastica para discussão de negociação coletiva. Data base Abril 2011
13 Abril, 2011
Representação ampliada e qualificada na Fetiesc
06 Abril, 2011
Mais de 1,2 mil trabalhadores fazem protesto em São Ludgero
01 Abril, 2011
Diagnósticos de peritos do INSS criam sérios problemas sociais
25 Fevereiro, 2011
Mobilizados, plásticos querem 10% de aumento real
Anterior 29  30  31 32 33  34  Próximo