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Termina impasse na Teixeira Sacarias, com vitória dos trabalhadores

22 Agosto, 2017

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O inusitado caso no mundo do trabalho da região de Criciúma, de uma empresa escolher qual sindicato iria representar seus empregados, acabou no final da tarde desta terça-feira (22). Os patrões cederam após um dia depois de “Estado de Greve” por decisão dos mais de 500 trabalhadores da empresa, a Teixeira Sacarias, de Forquilhinha, e após um “ato de desagravo” realizado no início desta tarde, quando o movimento sindical regional demonstrou repúdio pela atitude antissindical perpetrada.
“Demorou, tentamos de todas as maneiras dialogar, apontar a insanidade que representava a decisão da empresa em escolher o Sindicato do Vestuário para trabalhadores que não produzem roupas; mantivemos o canal de negociação aberto, demos todos os prazos solicitados, mas foi preciso mostrar a força do movimento sindical da região e os trabalhadores perderem o medo de se indignar para que a solução aparecesse”, ilustrou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Carlos de Cordes, o Dé.
Representantes da empresa compareceram ao Sindicato, no fim da tarde, e revelaram que a diretoria da empresa atendia a reivindicação dos empregados e do movimento sindical, retomava a situação anterior e passa a cumprir a convenção coletiva da categoria. A diferença, a maior, do reajuste salarial em relação à convenção do outro Sindicato, de 0,5%, referente aos meses de abril, maio, junho, julho e agosto será paga até o quinto dia útil de setembro, na folha dos salários de agosto.
O abono de R$ 850,00 referente aos “aniversários de empresa” dos meses de abril, maio, junho, julho, agosto e setembro serão pagos até o quinto dia útil de outubro, dependendo da capacidade do capital de giro da empresa. “Até outubro todos os abonos atrasados estarão em dia e a partir daí, a cada mês um grupo de trabalhadores vai receber, conforme ficou acordado na convenção coletiva da categoria”, explicou Dé. Para ele, além da mobilização do movimento sindical, os trabalhadores da empresa foram decisivos para que os patrões reconhecessem o equívoco cometido.
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