Sindicato dos Trabalhaores nas Indústrias Plásticas Descartáveis e Flexíveis, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região

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Assembleias convocadas para avaliar proposta patronal

19 Maio, 2017

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Os trabalhadores das indústrias plásticas descartáveis, flexíveis e reciclados, que ocupam mais de 8 mil postos de trabalho na região sul, estão sendo convocados pelo sindicato da categoria para oito assembleias, em quatro municípios, nas quais serão avaliadas as propostas patronais para renovação da convenção coletiva de trabalho 2017/2018. O edital convocatório foi publicado nesta sexta-feira e a partir da próxima semana tem início o processo de mobilização dos trabalhadores.

“Chegamos ao ponto mais agudo da nossa campanha salarial, os patrões têm evitado as negociações como em anos anteriores, preferiram buscar socorro na justiça do trabalho e não chegamos a lugar algum”, informa o presidente do sindicato dos trabalhadores, Carlos de Cordes, o Dé. Segundo ele, “todas as propostas que ouvimos são para retirar direitos sociais e trabalhistas conquistados no passado depois de muita luta e financeiramente o panorama é mais complicado ainda; os patrões se negam a conceder ganho real de salários e querem acabar com o abono anual que conquistamos há mais de dez anos”.

A classe patronal tem sindicatos distintos para cada segmento. Na indústria de descartáveis plásticos (que fabrica copos, pratos entre outros produtos) a melhor proposta patronal foi de reajuste de 4,57%, o índice da inflação do período e R$ 200,00 de abono anual, que na última convenção foi de R$ 800,00. No segmento de plásticos flexíveis (produz embalagens, principalmente) a oferta patronal foi de 80% da inflação e fim do abono. Com o setor de descartáveis nova audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em Florianópolis, está agendada para o dia 6 de junho.
“Os patrões dos descartáveis recorreram ao TRT buscando na mediação o consenso, enquanto com o setor de flexíveis tivemos apenas uma audiência, em abril, na Justiça do Trabalho, em Criciúma, já que os patrões requereram a instauração do Dissídio Coletivo sem mesmo ter negociado com os trabalhadores, uma situação lamentável, já que o dissídio existe para decidir impasses em negociações de convenções coletivas”, explicou Carlos de Cordes.

As assembleias serão realizadas sempre às 9h30 e 17h30 em primeira chamada, para atender os trabalhadores de todos os turnos das empresas:
07/06 – quarta-feira, no auditório da Associação dos Aposentados, Pensionistas e Idosos de Içara;
08/06 – quinta-feira, no Salão Paroquial da Igreja Matriz Nossa Senhora da Salete, no bairro Próspera, em Criciúma;
09/06 – sexta-feira, no Centro Comunitário da Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, centro de Urussanga;
12/06 – segunda-feira, no Salão Paroquial da Igreja Matriz, centro de São Ludgero;

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