Sindicato dos Trabalhaores nas Indústrias Plásticas Descartáveis e Flexíveis, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região

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Trabalhadores debatem cenários socioeconomicos para o segundo semestre

01 Setembro, 2014

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Para debater e instrumentalizar lideranças sindicais de Criciúma e região sobre “Cenários socioeconômicos para o segundo semestre de 2014”, o economista José Álvaro Cardoso, supervisor técnico do Dieese/SC (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), proferiu palestra, nesta segunda-feira (1º), no auditório Milton Mendes de Oliveira, na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região.

“Apresentamos relatórios produzidos pelos técnicos do Dieese com os resultados das negociações coletivas em Santa Catarina no primeiro semestre do ano, que servem de base para as próximas negociações, assim como debatemos com as lideranças sobre questões estruturais e institucionais dessa relação entre trabalho e capital”, explicou José Álvaro, destacando que a região de Criciúma registrou ganhos reais mais elevados que a média estadual.

“Além da região de Criciúma viver, praticamente, um período de pleno emprego, até recebendo trabalhadores de outros países, a história das mobilizações do movimento sindical e conscientização da importância dos sindicatos entre os trabalhadores tem se mostrado como fundamental nas mesas de negociações”, ilustrou o supervisor técnico do Dieese.

O panorama nacional, em relação ao trabalho, empregos e a economia de forma geral também pontuou os debates entre os sindicalistas da região e o economista do Dieese. Na sua avaliação as reservas cambiais do país e o potencial do mercado interno brasileiro precisam ser melhor entendidos e valorizados pelos trabalhadores de forma geral. “Não enfrentamos uma recessão pelas dimensões do mercado interno, que se expandiu muito nos últimos anos”, definiu.

“Foi um encontro importante e que, seguramente, serviu para dar subsídios para todas as categorias, em especial para nós que temos negociação coletiva dos químicos e farmacêuticos, que têm data-base em novembro”, avaliou Carlos de Cordes, o Dé, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região. Clique para ver a galeria de fotos

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