Sindicato dos Trabalhaores nas Indústrias Plásticas Descartáveis e Flexíveis, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região

Criciúma, 13 de Junho de 2026

Página inicial

NOTÍCIAS

Negociação coletiva dos químicos avança pouco

12 Novembro, 2013

Alterar o tamanho da letra: A- A+

“Os patrões não querem tornar transparente a questão dos acidentes de trabalho em suas empresas, se negam a facilitar a vida do trabalhador que está em fase de pré-aposentadoria e, ainda, fazem uma proposta financeira inaceitável, tornando a categoria a de menor piso salarial da região sul de Santa Catarina”.

A declaração é do presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região, Carlos de Cordes, o Dé, ao final da terceira rodada de negociações, nesta terça-feira (12) visando a convenção coletiva do setor, que envolve mais de 120 empresas e cerca de dois mil trabalhadores, com data-base em 1º de novembro.

Os trabalhadores reivindicam que todas as empresas enviem ao sindicato cópia da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) a cada ocorrência registrada. Os patrões não aceitam e acenam com um relatório a cada três meses. “Vamos continuar negociando, pois a categoria tem o direito de saber quantos e quais são os acidentes para tomar medidas de prevenção”, explica Carlos de Cordes.

Na convenção que está terminando o período de pré-aposentadoria de um ano, na qual o trabalhador tem estabilidade, o profissional demitido tem o prazo de aviso prévio para comprovar que vai se aposentar em até 12 meses.

“Só que o INSS não fornece a declaração do prazo que falta para o benefício antes do prazo máximo do aviso prévio”, ilustra Dé. No mês passado foi demitido um trabalhador que precisava apenas de mais nove meses para ter aposentadoria especial.

A melhor proposta financeira do sindicato patronal foi reajuste em todos os salários e no PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de 6,8%, sendo 1,22% de aumento real, 8% no piso e R$ 476,00 para quem ganha mais que R$ 7 mil. O piso atual é de R$ 885,00 e com o reajuste proposto passa para R$ 955,80. “Se aceitássemos seria o pior piso salarial da região”, reafirma Dé.

Nova rodada de negociações ficou marcada para segunda-feira (18), às 14h, na Acic. “Esperamos na próxima rodada melhores resultados, especialmente em relação às cláusulas financeiras, pois precisamos melhorar, principalmente, o piso da categoria, que é muito baixo e deixar o PLR mais consistente”, disse o presidente do sindicato profissional. O PLR, pago no primeiro semestre de cada ano foi, em 2013, de R$ 440,00 para empresas com até 30 trabalhadores e R$ 680,00 para as demais. Clique para ver a galeria de fotos

Mais notícias...
30 Novembro, 2011
Por unanimidade, trabalhadores da Guará aceitam acordo de R$ 650 mil
25 Novembro, 2011
Jornal "A Lajota" é distribuído à população
23 Novembro, 2011
Dé representa Fetiesc em sessão solene da Alesc
11 Novembro, 2011
Trabalhadores vencem batalha contra assédio moral
10 Novembro, 2011
Reunião no sindicato encaminha soluções na Canguru
30 Setembro, 2011
Químicos e farmacêuticos querem 7% de aumento real
15 Setembro, 2011
Edital de Convocação para discussão do Rol de Reivindicação dos Químicos e Farmacêuticos 2011/2012
12 Setembro, 2011
Grito dos Movimentos Sociais, a voz dos trabalhadores no desfile da independência
Anterior 27  28  29 30 31  32  Próximo