01 Setembro, 2013
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Representados pelo vice-presidente Joel Bittencourt e pelo diretor de Administração e Patrimônio, Edson Rebello, os trabalhadores das indústrias plásticas, químicas e farmacêuticas de Criciúma e região estão participando de mobilização da classe trabalhadora nacional contra a aprovação, na Câmara dos Deputados, em Brasília, do Projeto de Lei 4330, que regulamenta a terceirização no Brasil.
Integrando comitiva da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fetiesc), os dirigentes de Criciúma engrossam o coro contrário ao projeto, que na realidade suprime direitos e garantias trabalhistas e, sobretudo, precariza as relações entre capital e trabalho, visando, apenas, garantir mais lucros para a classe patronal, fruto do capitalismo, que cada vez mais oprime os trabalhadores.
Na sexta-feira (30), o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região, Carlos de Cordes, o Dé, acompanhado do assessor jurídico da entidade, advogado Edson Mendes de Oliveira, participaram de debate com o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, na sede da Fetiesc, em Itapema.
O ministro reafirmou sua posição contrária ao PL 4330 e ouviu reivindicações da pauta trabalhista catarinense. Carlos de Cordes voltou a colocar em pauta a polêmica da estabilidade a todos os dirigentes sindicais eleitos e o fim do fator previdenciário nos benefícios do INSS.
Manoel Dias concordou com a preocupação de Dé em relação a estabilidade sindical para garantir o movimento de representação dos trabalhadores e revelou que em 60 dias o governo terá posição sobre o fator previdenciário, após conclusão, neste período, de uma comissão formada por representantes do governo federal e das centrais sindicais.
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