Sindicato dos Trabalhaores nas Indústrias Plásticas Descartáveis e Flexíveis, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região

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Estado de greve na indústria plástica de Criciúma e região

24 Maio, 2013

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Estão em “estado de greve” os mais de 8 mil trabalhadores das indústrias plásticas de Criciúma e região, por decisão unânime de oito assembléias realizadas nesta semana, nos quatro municípios que concentram a maior quantidade de empresas e trabalhadores.

As propostas dos dois sindicatos patronais – indústrias de descartáveis (copos, pratos e talheres) e de flexíveis ( embalagens, rótulos e canos e conexões) – foram rejeitadas e a diretoria autorizada a esgotar as negociações e, se necessário, decretar greve a partir da próxima semana.

As informações são do presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região, Carlos de Cordes, o Dé, que viu na mobilização da categoria o principal fato da atual campanha salarial.

“Tivemos, todos os dias, assembleias representativas, e os companheiros estão determinados a conquistar salários compatíveis com as suas realidades e como o mercado exige, já que estamos em período de pleno emprego”, disse Dé, acrescentando “praticamente todas as empresas do setor estão com cartazes anunciando que têm vagas e contratando novos trabalhadores”.

A melhor proposta feita pelos patrões foi de 10% de reajuste para todos os salários e o piso da categoria elevado de R$ 890,35 para R$ 1 mil. A inflação do período é de 7,22% e a data base é 1º de abril. Ainda nesta sexta-feira (24) os sindicatos patronais serão informados da decisão das assembléias realizadas de segunda-feira (20) até quinta-feira (23), em Içara, Urussanga, Criciúma e São Ludgero.

Com a oficialização da posição das assembleias, começa a contar o prazo de 48 horas previsto na legislação trabalhista para o “estado de greve”, podendo, então, a categoria exercer o direito de greve previsto na constituição federal a qualquer momento. “Esperamos o bom senso da classe patronal para que tenhamos salários dignos e compatíveis com a realidade”, finalizou Dé.
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