Sindicato dos Trabalhaores nas Indústrias Plásticas Descartáveis e Flexíveis, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região

Criciúma, 27 de Abril de 2026

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Primeiro proposta patronal para acordo coletivo é rejeitada

10 Abril, 2012

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Apenas 1% de aumento real e reduzir ou eliminar conquistas de convenções coletivas do passado. Essa foi, em síntese, a proposta dos patrões das indústrias de plásticos flexíveis na primeira rodada de negociação visando o acordo coletivo da categoria. Os trabalhadores das indústrias plásticas de Criciúma e região ocupam mais de oito mil postos de trabalho em cerca de 140 empresas de plásticos flexíveis, descartáveis e reciclados, querem 10% de aumento real.

“Foi apenas o primeiro encontro, temos muito ainda para negociar e os patrões já entenderam que com esta proposta não tem acordo; eles vão voltar a se reunir e nos próximos dias devem nos chamar para mais uma rodada”, disse o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região, Carlos de Cordes, o Dé.

Enquanto os trabalhadores estão preocupados, por exemplo, em acabar com um dos mais graves problemas enfrentados pelos trabalhadores em geral, quando acometidos de doenças profissionais: a divergência entre seus próprios médicos e os peritos do INSS, que deixa o profissional sem salário por meses; os patrões querem, segundo Dé, reduzir o adicional noturno da categoria, atualmente fixado em 32,5%, para 20%, como determina a CLT. “Não vamos abrir mão de conquistas feitas nas lutas passadas da categoria”, afiançou Carlos de Cordes.