30 Setembro, 2011
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Os mais de 2,5 mil trabalhadores que atuam em cerca de 100 empresas químicas e farmacêuticas de Criciúma e região querem 7% de aumento real nos salários a partir de novembro, data base da categoria. A posição foi firmada ao longo de seis assembleias extraordinárias convocadas e realizadas pelo sindicato da categoria entre terça-feira (27) e a noite desta quinta-feira (29), nos municípios da região.
“Nossa preocupação, além de garantir ganho real aos companheiros, é melhorar significativamente o piso salarial do setor e, ao mesmo tempo, qualificar as condições de trabalho, pois nesses dois segmentos temos elevados níveis de acidentes e doenças profissionais”, informa Carlos de Cordes, o Dé, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região.
Conquista de acordos coletivos de anos passados, os químicos e farmacêuticos também querem ampliar a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). O benefício é pago uma vez ao ano. Empresas com até 30 trabalhadores, no último acordo, distribuíram a cada funcionário R$ 374,12 e as com 31, ou mais, pagaram R$ 577,55. O rol de reivindicações será entregue aos patrões na segunda-feira.